ListaG

Mudar. Para melhor.

Queremos mudar o Clube Português de Canicultura. Os sócios querem a mudança.

Nós entendemos, partilhamos dessa vontade, e queremos concretizá-la. Por isso decidimos "(Re)Pensar Canicultura", fazendo deste o lema da candidatura alternativa à Direcção, mas também da nova atitude daqui por diante. Atitude que queremos seja comum a todos os sócios, pois somos a candidatura da mudança plural, responsável e inclusiva.

As nossas prioridades apontam para a avaliação da situação em que encontrarmos o Clube, para uma gestão rigorosa em termos financeiros, para a abertura aos sócios e para o reforço decisivo da acção e influência do Clube na sociedade, tornando-o interlocutor privilegiado e obrigatório junto das entidades políticas e administrativas no que ao Cão diga respeito.


Suportada num diversificado conjunto de pessoas, esta candidatura beneficia das variadas carreiras profissionais dos cinco membros, a quem asseguraram independência e realização. Adicionalmente, todos desempenhámos já funções políticas e técnicas no mundo associativo e no Clube, o que nos confere também conhecimento e experiência específicos. Tudo isso pomos agora ao serviço do Clube para o engrandecer e tornar uma instituição de prestígio na sociedade portuguesa, conquistando uma voz que ganhe credibilidade e se faça ouvir no país e no mundo.

É um renovado Clube Português de Canicultura o que propomos.

Defendemos a mudança com responsabilidade, conhecimento e consciência. Recusamos a “caça às bruxas”, o ostracismo ou o travão na evolução de cada agente de canicultura. Queremos que o Clube seja de todos, a todos respeite e corresponda. Porque o Clube faz-se de todos, com todos e para todos. Queremos levar todos os sócios a “(Re)Pensar Canicultura”. E a agir. A Mudar para melhor.

LER MAIS
CONHECER O PROGRAMA EM DETALHE

• Desenvolver um conjunto de medidas como o objectivo de dignificar o livro de origens (LOP):

- rever o seu regulamento onde necessário;

- torná-lo público online; - definir critérios que permitam ao criador condicionar o registo dos exemplares por si criados, possibilitandoa reversão desta ação no futuro, caso se justifique;

- investir na confirmação de reprodutores; - implementar a obrigatoriedade de identificação por ADN dos reprodutores;

- incentivar testes genéticos aos reprodutores para despite das doenças identificadas nas raças. 

• Permitir a introdução nos registos de ascendência dos resultados dos testes de saúde mais relacionados com as respectivas raças (em cooperação com a comissão técnica, CT).

 Publicar as patologias mais comuns nas 20 raças mais inscritas no LOP (em cooperação com a CT e os clubes de raça, quando existentes), para auxiliar na determinação dos testes mais adequados e encorajar a sua realização. 

• Rever as normas relativas ao reconhecimento de cães e genealogias de registos considerados idóneos, nomeadamente os tradicionalmente destinados aos cães de trabalho (em cooperação com as comissões técnica, de caça e de provas de trabalho.) 

• Reformular os critérios objectivos da verificação de ninhadas e da forma como tem sido implementada. 

• Assumir e procurar implementar a figura do criador amador (renegociação com os grupos parlamentares por nós já iniciada). 

• Delinear e implementar um programa de valorização de criadores, de acordo com o trabalho realizado a nível de despistes de patologias, participação em eventos de morfologia, desportivos, frequência e forma de criação, e outros aspectos que se revelem pertinentes, procurando incentivar boas práticas, em vez de ter uma acção penalizadora.

• Implementar formação online destinada ao público em geral sobre temáticas úteis, nomeadamente a escolha de uma raça.


Esta Comissão poderá trabalhar bem, mesmo com as limitações impostas pela pandemia.


• Rever o Regulamento no que diga respeito às propostas abaixo descritas.

• Recalendarizar os vários eventos de Morfologia Canina.

• Organizar 4 ou mais Exposições de Raças Portuguesas em diferentes zonas do país, 1 das quais (QC), no dia 10 de Junho.

• Delegar a organizações locais as exposições ao longo do país, num total de 12, duplas, 1 nacional (CAC) e 1 internacional (CACIB). No caso de não serem reunidas condições, estas poderão ser organizadas pelo CPC. O CPC organiza directamente 2 exposições de QC, 1 no Norte e outra no Sul, e a cada 2 anos 1 QC nos Açores.

• Organizar um fim-de-semana alargado (3 dias – 3 CAC/2 CACIB), facilitador da organização de Monográficas, bem como de provas de outras modalidades (em colaboração com a 4ª Comissão).

 Tal organização implicará uma avaliação exigente de condições que contemplem o bem-estar do Cão, tais como área e localização, altura do ano, evitando as estações mais duras, alojamento em proximidade a custo razoável.

• Incentivar e retomar a realização de concursos de uma ou mais raças em zonas do país mais “esquecidas”. Providenciar a realização dum concurso anual na Madeira, com vista à futura realização regular de uma exposição de todas as raças.

• Elaborar um regulamento novo para a atribuição de Troféus anuais cujos pressupostos de participação sejam claros, exigentes e proporcionais, incluindo a obrigatoriedade de participar numa classe individual e obter a qualificação máxima para participar numa classe colectiva.

• A entrega desses troféus terá lugar num evento próprio, que integrará os troféus de todas modalidades.

• Definir o estatuto do delegado do CPC.

• Gerir os Comissários conjuntamente com a Comissão de Juízes, que programará acções de formação especificas. Será elaborada uma lista pública dos comissários. O CPC promoverá a rotatividade dos mesmos, com vista a proporcionar experiência equivalente, podendo as Comissões organizadoras convidá-los em total liberdade.

 

Os novos Regulamentos e toda esta nova dinâmica serão trabalhados para ter início em 2022, caso as condições em que vivemos derivadas da pandemia o permitam.


• Ouvir os Clubes de Raça (Caça), com vista a uma gestão partilhada, criando novas subcomissões no futuro, se justificável. Esta gestão não significa a desresponsabilização da Direcção do CPC no que diz respeito a possíveis conflitos específicos. Devem ser identificadas todas as falhas sentidas na gestão das Provas Práticas, aquando da primeira reunião com a Direcção.

• Definir o novo organigrama da Comissão, onde terão assento elementos que representem claramente os interesses das modalidades.

• Incentivar outros tipos de Provas Práticas, nomeadamente Retrievers, com um número expressivo de efectivos no nosso país e que têm já regulamentos próprios. Promover também provas práticas para outros tipos funcionais, criando TANs e regulamentos adequados.

• Incentivar a realização mais ampla do TAN, numa nova abordagem da funcionalidade das raças vocacionadas para a caça.

• Delegar a organização da Taça de Portugal nos clubes de raça, sob a supervisão da Comissão e apoio da Direcção.

• Apoiar financeiramente, de forma proporcional, as selecções que representem Portugal nos campeonatos internacionais. Este apoio terá em conta a distância e as despesas dessas selecções.

• Colocar a informática ao serviço da modalidade, com vista à actualização imediata dos resultados das Provas.

• Conceber novas cadernetas de trabalho que sirvam todas as modalidades.

• Organizar acções de formação para Juízes de Trabalho com vista à uniformização de critérios, mas também para novos candidatos, alargando essa possibilidade a praticantes para incentivar a respectiva candidatura a Juiz. Uma dessas formações terá carácter obrigatório e anual.

• Organizar seminários sobre funcionalidade, conjuntamente com os clubes de raça, mas também sobre Provas de Aptidão, TAN, convidando Juízes credenciados, nomeadamente estrangeiros.

• Rever a tradução dos estalões de trabalho já existentes.

• Iniciar a tradução dos estalões das raças do 7º grupo – cães de parar – conjuntamente com a Comissão Técnica.

• Pensar o “futuro” do Cão de Caça.


Alguns destes pontos só poderão concretizar-se em 2022 devido à situação pandémica que vivemos.



• Coordenar diferentes actividades lúdicas e desportivas realizadas com o Cão, protocolando-as quando necessário ou adequado com as entidades competentes.

• Ouvir as associações e os clubes desportivos e os praticantes credenciados, com vista à aproximação de todos ao CPC e a uma gestão partilhada que não significa a desresponsabilização da Direcção, mas sim a procura de melhor percepção dos problemas e dificuldades experienciados, por forma a optimizar o desempenho das diferentes modalidades.

• Rever regulamentos e normas de diferentes modalidades caninas, tornando-os mais claros e inclusivos na sua aplicabilidade aos diferentes tipos de cães que nelas podem participar.

• Recuperar e dinamizar a subcomissão de pastoreio.

• Promover a maior implementação dos TAN, de pastoreio e outros, e criar TANs específicos para cães boieiros e cães de protecção de gado.

• Protocolar com os Clubes de Raça a responsabilidade pela realização dos TAN, valorizando a inscrição dos resultados no Registo Genealógico do cão.

• Dinamizar a implementação das diferentes modalidades desportivas e de trabalho reconhecidas pela FCI.

• Promover a realização de provas de campeonato internacional nas modalidades que o contemplem.

• Promover o reconhecimento e coordenação de novos desportos caninos emergentes considerados idóneos pelo CPC.

• Promover e implementar o streaming de provas e actividades desportivas.

• Desenvolver um “teste de sociabilidade e equilíbrio” aplicável a todos os tipos de cães, mais baseado nas características comportamentais do individuo que vive em sociedade do que propriamente em treino formal.

• Promover e difundir os diferentes desportos e actividades caninas junto do grande público.

• Na medida do possível, abrir a participação em provas (oficiais ou opens) a diferentes cães que não exclusivamente as raças inicialmente previstas, como forma de atrair o público em geral para o interesse, relevância e prazer de desempenhar uma ou mais actividades com o seu cão.

• Conceber novas cadernetas de trabalho que sirvam todas as modalidades.

• Organizar acções de formação para Juízes, Comissários, Condutores e Figurantes, com vista à uniformização de critérios, mas também para novos candidatos, alargando essa possibilidade para incentivar a respectiva candidatura àquelas funções. Uma dessas formações terá carácter obrigatório e anual para Juízes, Comissários e Figurantes.

• Organizar seminários relativos às diferentes modalidades, destinados a praticantes e ao público em geral, de modo a promover a evolução de cada uma e a sua divulgação generalizada na sociedade.

• Conceder apoio financeiro proporcional às selecções que representem Portugal nos campeonatos internacionais, tendo em conta a distância e as despesas dessas selecções.

• Pôr a informática ao serviço das modalidades com vista à actualização imediata dos resultados das Provas.

 

Alguns destes pontos só poderão concretizar-se em 2022 e consoante a evolução da situação pandémica que vivemos.


• Rever o Regulamento de Juízes nas matérias abaixo descritas.

• Tomar conhecimento do dossier de cada Juiz e actualizá-lo. Esta acção é extensível a todo o tipo de Juízes (morfologia, trabalho e modalidades).

• Rever o regulamento, respeitando o regulamento da FCI, mas com o objetivo de se poder actuar e aplicá-lo de acordo com a pretensão dos candidatos.

• Definir 30 de Novembro como data-limite para que cada candidato informe a Comissão de Juízes das raças às quais pretende candidatar-se no ano seguinte, de forma a permitir uma planificação e calendarização adequadas.

• Alargar para 8 as raças que podem ser solicitadas em cada ano. As Raças Portuguesas são supranumerárias, como forma de promover e incentivar a progressão do juiz enquanto promotor das raças nacionais.

• Elencar as raças obrigatórias para cada grupo, de acordo com a sua prevalência em eventos de morfologia canina. Matéria a rever a cada mandato, de acordo com a evolução dos efectivos.

• Calendarizar 4 épocas de exames práticos.

• Incentivar a progressão de candidatos a Juízes de grupo.

• Criar um novo documento de suporte ao exame inicial.

• Criar uma matriz para os exames escritos.

• Criar um colégio de examinadores de acordo com a sua ligação às raças, para o seu sorteio enquanto avaliadores em cada época de exames.

• Agendar, pelo menos, duas acções de formação por ano, uma das quais obrigatória, por secções dentro de cada grupo. Esta formação irá decorrer num fim-de-semana em que não serão calendarizados outros eventos.

• Calendarizar e promover, pelo menos, uma acção de formação anual obrigatória para Juízes e candidatos a Juízes das raças portuguesas, com a Comissão das RP. Esta formação irá decorrer num fim-de-semana em que não serão calendarizados outros eventos.

• Agendar, pelo menos, uma acção de formação obrigatória para comissários, com a 2ª Comissão, com o objectivo de os aliciar a uma possível candidatura a Juiz.

 

Estamos cientes que esta é uma Comissão que poderá desenvolver o seu trabalho mesmo em tempos de pandemia.


• Dar continuidade ao processo do reconhecimento das Raças Portuguesas como “Património Cultural”, já por nós iniciado junto duma Bancada Parlamentar.

• Ouvir os clubes de raça, constituir uma representação que integre um membro indicado por cada clube, a ser coordenado por 3 elementos eleitos entre todos.

• Redefinir competências concretas de cada clube com vista à revisão de protocolos entre a Direcção e os respectivos clubes.

• Identificar os principais problemas de cada raça, com a ajuda das conclusões das recentes Jornadas das Raças Portuguesas que ocorreram com a colaboração próxima de dois elementos desta candidatura e procurar rumos a seguir.

• Visitar principalmente os solares das RP com vista à identificação de exemplares sem registo e que correspondam ao estalão da raça.

• Responder a convites de entidades ou singulares que identifiquem exemplares em ambiente de trabalho que não estejam registados. Assim, poderemos registar alguns bons exemplares.

• Dar continuidade ao processo do reconhecimento internacional do “Barbado da Terceira”.

• Dar continuidade ao já iniciado processo de reconhecimento provisório do “Cão do Barrocal Algarvio”.

• Colaborar na implementação de estudos e trabalho de campo conducentes à caracterização de populações caninas autóctones com vista a um eventual reconhecimento enquanto raça.

• Potenciar a colaboração com entidades organizadoras de eventos lúdicos e culturais na apresentação das RP, de forma a divulgá-las ao público.

• Colaborar com a 5ª Comissão na organização de acções de formação sobre as RP.

• Colaborar com a 2ª Comissão na realização do QC e das Exposições Especializadas das RP.

• Enriquecer a exposição de QC do “10 de Junho”, tornando-o a “festa das Raças Portuguesas”.

 

Esta Comissão tem conteúdos que podem ser desenvolvidos em tempos de pandemia.



• Analisar todos os assuntos técnicos que não digam respeito a gestão corrente e trabalhar estreitamente com as restantes Comissões, quando estas o necessitem.

• Apoiar e analisar matéria jurídica que não envolva a gestão de conflitos, que ficarão a cargo do Conselho Disciplinar ou recursos exteriores ao CPC.

• Integrar um grupo plural para a elaboração dum projecto de alteração estatutária em nome da Direcção e suas políticas associativas.

• Analisar matéria estatutária, identificando a violação da mesma por parte dos Órgãos Sociais e outros, por proposta da Direcção.

• Pronunciar-se sobre Projectos de Estatutos apresentados por sócios colectivos, principalmente aqueles que pretendam filiar-se no CPC.

• Pronunciar-se sobre projectos de Regulamentos apresentados pelas Comissões e Subcomissões.

• Coadjuvar as revisões e traduções de estalões das RP e outros, a pedido das respectivas Comissões.

• Analisar outros assuntos a pedido da Direcção, emitindo pareceres não vinculativos.

• Criar um “Colégio de Consultores” com percurso reconhecido na canicultura, a ser consultado pela Direcção em matéria política sensível.

 

Esta Comissão poderá desenvolver quase todo o seu trabalho independentemente das restrições impostas pela pandemia. Será ainda concebida e constituída com uma reflexão profunda sobre o perfil dos sócios a integrar.


• Elaborar os inquéritos aos associados e assegurar o respectivo tratamento. Os inquéritos devem conter informação sobre o sócio para permitir:

- avaliar as suas valências e disponibilidade ou interesse em participar na vida activa do clube;

- identificar pontos fortes que tenham registado na vida associativa e/ou na prática das várias modalidades.

Embora facultativos, os inquéritos deverão ser respondidos em 3 meses e tratados em 6 meses, com vista a tornar o funcionamento do CPC mais representativo e adequado aos interesses dos associados.

• Criar no site uma secção de “perguntas frequentes”. Haverá a possibilidade de os interessados colocarem outras especificamente a esta comissão, que serão respondidas directamente ou enviadas às Comissões e à Direcção, de acordo com a respectiva especificidade.

• Lançar uma campanha de angariação de sócios que se baseie no espírito associativo e no interesse genuíno em permanecer envolvido na vida activa do clube.

• Repensar as condições de admissibilidade dos sócios.

• Programar e disponibilizar os espaços do CPC aos associados, para a realização de eventos temáticos.

• Organizar a videoteca e biblioteca do CPC, física e online, gerindo a aceitação de espólio de criadores, desde que não existente no CPC.

• Organizar e disponibilizar “merchandising” aliciante, nomeadamente para jovens e público em geral.

 

Esta nova Comissão poderá trabalhar bem, mesmo com limitações impostas pela pandemia.


Pretende-se com esta comissão preparar as gerações futuras da canicultura. Todas as acções deverão ter em conta os interesses do CPC e os dos jovens, procurando criar mecanismos para alimentar e desenvolver o seu interesse pelas actividades caninas e o papel do cão na sociedade, atendendo e respeitando as várias sensibilidades e necessidades.

• Criar regulamento próprio.

• Criar um organigrama que inclua um elemento de cada área da canicultura gerida pelo CPC.

• Repensar os espaços próprios nas redes sociais, de forma a alcançar o grande público.

• Criar um espaço físico próprio em cada evento organizado pelo CPC, e encorajar a sua ocorrência noutros eventos sob a égide do CPC.

• Incentivar a sua presença em eventos lúdicos e/ou culturais que envolvam o Cão, a convite.

• Preparar e formar alguns desses jovens para participarem na administração de conteúdos a incluir em cursos como Medicina Veterinária, Zootecnia, Agronomia, sob proposta da Direcção ao Ministério da Educação.

• Preparar e formar os jovens para participarem em acções de sensibilização nas várias áreas da canicultura.

• Distribuir áreas de actuação por grupos etários, de acordo com a sua maturidade:

> 6 aos 12 (todas as contribuições deverão ter a aprovação dos pais ou responsáveis equiparáveis), não necessitando da condição de associado.

>12-18 (todas as contribuições deverão ter a aprovação dos pais ou responsáveis equiparáveis), não necessitando da condição de associado.

> 18 aos 35 (com contribuições variadas de acordo com o respectivo percurso na canicultura e valências profissionais), pressupondo a condição de associado.

 

Esta Comissão não é finita e poderá crescer em dignidade e actuação, desde que ultrapassadas as limitações impostas pela pandemia. 


CONHECER O PROGRAMA EM DETALHE